terça-feira, 22 de setembro de 2015

Semana da Ed Infantil: Cine Maxx

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Cine Maxx
A parceria com CineMaxx na Semana da Educação Infantil foi maravilhosa. Um agradecimento especial ao Guilherme Pinheiro (Diretor de Marketing) pelo diálogo, pela generosidade, pela compreensão da importante parceria entre CULTURA  e EDUCAÇÃO. 
Graças a parceria firmada toda a rede de ensino está ganhando cortesias que garantem um desconto super especial e durante a Semana da Educação Infantil, 418 crianças foram presenteadas pelo CineMaxx com o sessões do filme O PEQUENO PRÍNCIPE.
Uma semana repleta de emoções!!!!
PS.: As diretoras que tiverem fotos favor nos enviar...
Um abraço!!! 


                         50 mil cortesias de Descontos!!!





Semana da Ed Infantil: Exposição de Telas

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Exposição de Telas no Hiper Shopping ABC

Outra atividade da Semana da Educação Infantil foi uma Exposição de Telas pintadas pelas crianças de nossa rede. A exposição aconteceu no Hiper Shopping ABC do Alto da Serra. O evento fez tanto sucesso que a administradora de cultura do Shopping, a senhora Suzete Diniz, solicitou que a exposição se prolongasse por mais duas semanas.







 Patrícia Araújo mais uma vez atuando como nossa parceira. Ajuda preciosa para que tudo ficasse perfeito. Valeu pela generosidade!!!

Semana da Educação Infantil: Jadins do Theatro D. Pedro

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Na semana da Educação Infantil, os jardins em frente ao Theatro Dom Pedro ficaram com um encanto a mais, pois as crianças da Educação Infantil da Rede Municipal o enfeitaram com flores feitas de material reciclado.
Agradecimento especial a Patrícia Araújo, Iure Viera & José Luiz (funcionários da Casa Visconde de Mauá) e aos profissionais do CEI Patrícia Freitas  que com toda boa vontade e alegria nos ajudaram na manhã de 25 de setembro a "plantar" flores nestes jardins...























terça-feira, 28 de julho de 2015

ARTIGO: Políticas públicas para a primeira infância

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Editorial: Políticas públicas para a primeira infância

24 de julho de 2015
"O ECA contém normas que dão garantias a crianças e adolescentes a questões consideradas essenciais à formação dos cidadãos, como acesso à Educação", afirma jornal
Fonte: Correio Braziliense (DF)

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completou 25 anos. Elaborado para assegurar os diretos fundamentais das crianças e dos adolescentes, contém normas que dão garantias a questões consideradas essenciais à formação dos cidadãos, como acesso à Educação, saúde, lazer, moradia adequada e convivência familiar e comunitária.
A lei representou um significativo avanço normativo. No entanto, não estabelece explicitamente diretrizes para o atendimento e a garantia dos direitos, especialmente na dimensão da saúde e da cognição na primeira infância — até 6 anos de idade.

Em que pese a necessidade de aprimoramento, o estatuto deve vir para fortalecer direitos, não como retrocesso, a exemplo das propostas de redução da maioridade penal. Essa perspectiva ajuda a dar um novo olhar para a questão da infância, sem condenar a adolescência em razão da incapacidade do Estado de cuidar de seus cidadãos já a partir do nascimento. Na primeira infância, a criança está mais fortemente exposta aos agravos provocados por condições de vulnerabilidade. O Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) aponta para a primeira infância como mais suscetível às vulnerabilidades sociais e econômicas, uma vez que 13% dessa população se encontra abaixo da linha da pobreza, ao passo que a média nacional, em todas as idades, é de 7%.

Os estudos da neurociência mostram que, quando nascemos, centenas de bilhões de neurônios já se encontram disponíveis para os processos cognitivos. Nos primeiros anos de vida, esses neurônios integram conexões conhecidas como sinapses, que são responsáveis pela elevação da capacidade cognitiva por toda a vida. A interação constante e correta com o mundo exterior é base para o pleno desenvolvimento de um cérebro sadio, também dependente da alimentação e das condições gerais de saúde. Investir no estímulo cognitivo na primeira infância deve ser considerado prioridade.

Segundo James Heckman, prêmio Nobel de Economia, cada dólar investido na Educação da primeira infância dará retorno de nove dólares para a sociedade. Sobre o sistema educacional brasileiro, ele assim se manifestou: “Colocar mais crianças na Escola, como tem feito o Brasil, é bom. Melhorar a qualidade do Ensino é ainda melhor. Mas essas duas iniciativas, por mais bem executadas, não chegarão a fazer muita diferença se não for tomado um cuidado extra: investir também nas crianças na primeira infância. Um programa de primeira infância de qualidade para a população carente é uma condição necessária para avançarmos em direção a uma sociedade mais educada, igualitária e, sobretudo, menos violenta”.

Países como a Finlândia, com investimento maciço no sistema educacional, registram baixíssimos índices de violência, o que justifica investir incansavelmente na Educação formal e informal das nossas crianças para que, daqui a 20 anos, tenhamos uma sociedade solidária e sem violência. O Projeto de Lei nº 14/2015, que tramita no Senado Federal, dispõe sobre , abrindo espaços para que a sociedade avance nos cuidados de nossas crianças. No inciso IV do artigo 4º, o projeto propõe “reduzir as desigualdades no acesso aos bens e serviços que atendam aos direitos da criança na primeira infância, priorizando o investimento público na promoção da justiça social, da equidade e da inclusão sem discriminação das crianças”.

Será importante cuidar dos futuros brasileirinhos a partir da gestação, preparando a mãe e a família para receber a criatura que será protagonista do futuro do país, para que possam executar os protocolos contemporâneos nos cuidados da saúde e no desenvolvimento cognitivo. Será importante dar qualidade à Educação infantil, preparando a criança para uma Educação moderna no Ensino fundamental e médio.

A formação para a cidadania, com a promoção de valores e virtudes das futuras gerações, contribuirá para que todos os brasileiros sejam felizes. Nesse contexto, é pertinente lembrar o pensamento de Ernest Hemingway: “De todos os presentes da natureza para a raça humana, o que é mais doce para o homem do que as crianças?”.

http://www.todospelaeducacao.org.br/educacao-na-midia/indice/34505/editorial-politicas-publicas-para-a-primeira-infancia/

ARTIGO: Entidades criticam cortes do governo federal na educação infantil

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Entidades criticam cortes do governo federal na educação infantil 
(Paula Ferreira,Eduardo Vanini - O Globo)


RIO — Entidades criticaram ontem os cortes na educação anunciados pelo governo federal que atingem em cheio a construção de novas creches, uma das bandeiras de campanha da presidente Dilma Rousseff. Uma tabela divulgada pelo Ministério da Educação (MEC) mostrou que, do ajuste total de R$ 9,2 bilhões, R$ 3,4 bi (37%) correspondem à educação infantil.
Este montante está dentro do corte de R$ 5,4 bilhões na área de Despesas de Capital (Investimentos e PAC), que compreende obras em creches e universidades. Segundo a assessoria da pasta, o planejamento priorizou a continuidade de construções que já estão em andamento, com mais de 70% concluídos.
O ajuste referente às creches foi antecipado ontem pelo jornal “Folha de S. Paulo”. O restante do corte — R$ 1,9 bilhão — afeta universidades e institutos federais. 

OBRAS INTERROMPIDAS
Diante desse quadro, a construção de novas creches permanecerá interrompida por tempo indeterminado. Segundo o MEC, elas serão redimensionadas, o que depende de debates e negociações com municípios, ainda sem previsão.
A presidente Dilma Rousseff prometeu seis mil novas creches e pré-escolas até o fim de 2014. Mas apenas um terço foi inaugurado.
A vice-presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais (Undime), Manuelina Martins, criticou o corte que, segundo ela, vai deixar crianças “fora da escola”. De acordo com a educadora, é ainda mais preocupante que o anúncio aconteça a pouco tempo do prazo para que entre em vigor a obrigatoriedade de oferecer vagas para todas as crianças de 4 e 5 anos:
— Recebemos a notícia com muita preocupação. Estamos com um Plano Nacional de Educação com 20 metas, sendo várias voltadas para os municípios. Como em 2016 o Brasil dará conta de matricular todas as crianças de 4 e 5 anos? Cerca de 22% delas estão fora da escola, e precisamos de espaço físico para atendê-las. Aproximadamente 70% dos municípios sobrevivem com os repasses federais e não têm de onde tirar recursos. As crianças vão ficar fora da escola.

ENTIDADES COBRAM PRECISÃO
As críticas de Manuelina não se restringem ao que diz respeito à educação infantil. Segundo ela, o corte no ensino superior também afeta a educação infantil.
— Sem investimento nas universidades, ficamos sem professores — destaca, afirmando que a Undime vai pedir uma reunião com o MEC para tentar reverter o quadro.
O presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Eduardo Deschamps, pediu mais esclarecimentos sobre a situação. Para ele, o ministério deve apresentar informações mais precisas sobre quais obras serão afetadas pelo corte.
— A partir do momento em que há uma carência significativa relativa à questão de infraestrutura, isso afeta a universalização da educação infantil. É necessário fazer uma análise para ver de que forma esse corte vai atingir as obras. Se forem novas construções, haverá impacto sobre a oferta de vagas; no caso de obras em andamento, vai influenciar diretamente nas crianças que já estão na rede — comenta Deschamps.
Apesar das restrições, o MEC assegurou que preservará “integralmente” os recursos destinados aos hospitais universitários e à assistência estudantil. Programas como Pronatec e Ciência sem Fronteiras também tiveram sua continuidade assegurada para este ano, embora tenham passado por redimensionamento na oferta de vagas.



quinta-feira, 2 de julho de 2015

REVISTALEPH -Artigos Ligados à Educação

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N. 22: INFÂNCIA E ARTE DE BRINCAR: EDUCAÇÃO EM MOVIMENTO

Link dos Artigos sobre Infância:
http://revistaleph.uff.br/index.php/REVISTALEPH/issue/view/25/showToc
Esta revista é uma iniciativa do Aleph: Programa de Pesquisa, Aprendizagem-Ensinagem e Extensão/UFF. A partir do número 17 passou a ser produzida também pelo grupo de pesquisa Devires da Educação na Baixada Fluminense: movimentos instituintes na formação de professores/UFRRJ.
Nosso trabalho resulta da ação compartilhada e solidária entre professores da  UFF e da UFFRJ, em integração com docentes da UERJ, UFES, UFMT, UNIFAP, UFRJ e de muitas outras Universidades Nacionais.
A RevistAleph é parte do projeto de pesquisa Experiências Instituintes em Escolas Públicas, financiado pelo CNPq, e com ela navegamos na contramão das euforias do sucesso rápido que, ao consumirmos, nos consome.  Navegamos na contracorrente da apatia ou da busca de portos seguros que nos fazem ver o mundo sem portas de saída ou sem passagens para caminhos includentes. Em nosso deslocamento temos procurado pensar ligados aos desafios de experiências e projetos político-pedagógicos com desejos de reinvenção dos processos educativos e escolares, que não deixem escapar as dimensões estéticas que envolvem os ambientes, os discursos, as artes, as tecnologias, as ciências, as comunicações, as políticas e, portanto, nossas próprias existências. Enfim, a vida em todos os seus quadrantes.
Queremos, através dela, contribuir para a formação de professores oferecendo textos, imagens, intercâmbio de saberes e experiências, serviços e consultorias. Desejamos que sua navegação por aqui seja proveitosa
Link da Revista:
http://revistaleph.uff.br/index.php/REVISTALEPH/index

terça-feira, 30 de junho de 2015

Encerrando um ciclo de formação ... BRINCAR

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"As propostas curriculares da Educação Infantil devem garantir que as crianças tenham experiências variadas com as diversas linguagens, reconhecendo que o mundo no qual estão inseridas, por força da cultura, é amplamente marcado por imagens, sons, falas e escritas. Nesse processo, é preciso valorizar o lúdico, as brincadeiras e as culturas infantis" (DCNEI).

Agradecemos a todos que se comprometeram com o processo de formação que objetiva ampliar as experiências culturais de nossas crianças. Caso queiram compartilhar relatos enviem-nos que publicaremos no blog (smep.infantil@gmail.com).
Sandra e Heloisa






Mais fotos da formação... Linguagem em Artes Visuais

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