terça-feira, 30 de junho de 2015

Encerrando um ciclo de formação ... BRINCAR

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"As propostas curriculares da Educação Infantil devem garantir que as crianças tenham experiências variadas com as diversas linguagens, reconhecendo que o mundo no qual estão inseridas, por força da cultura, é amplamente marcado por imagens, sons, falas e escritas. Nesse processo, é preciso valorizar o lúdico, as brincadeiras e as culturas infantis" (DCNEI).

Agradecemos a todos que se comprometeram com o processo de formação que objetiva ampliar as experiências culturais de nossas crianças. Caso queiram compartilhar relatos enviem-nos que publicaremos no blog (smep.infantil@gmail.com).
Sandra e Heloisa






Mais fotos da formação... Linguagem em Artes Visuais

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quinta-feira, 25 de junho de 2015

MEC criará avaliação Nacional de creches e pré-escolas

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FONTE: O ESTADO DE S. PAULO 18/06/15 METRÓPOLE

MEC criará avaliação Nacional de creches e pré-escolas


Avaliação Nacional da Educação Infantil (Anei) será realizada já no ano que vem pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) e tem divulgação prevista para 2017.

O Ministério da Educação (MEC) vai criar uma avaliação de larga escala para creches e pré-escolas, unidades que atendem crianças de 0 a 5 anos. Os dados de qualidade serão produzidos e divulgados a cada dois anos, a exemplo do que ocorre com o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

A chamada Avaliação Nacional da Educação Infantil (Anei) será realizada já no ano que vem pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), órgão ligado ao MEC, e essa primeira edição tem divulgação prevista para 2017. A nova avaliação vai oferecer indicadores de qualidade por escola, rede, municípios, Estados e Brasil. As creches e pré-escolas particulares terão um indicador por amostragem.

Segundo o diretor de Avaliação da Educação Básica do Inep, Alexandre André dos Santos, não haverá prova. Os critérios de qualidade levarão em conta a oferta de vagas, infraestrutura, perfil dos profissionais e educadores, recursos pedagógicos e gestão do sistema. Dessa forma, os resultados conterão uma série de indicadores e não apenas uma nota geral, como ocorre com o Ideb. Haverá, entretanto, metas de qualidade para cada indicador. "Avaliar é dar valor. É importante ter a avaliação porque dá relevo e status para o debate de educação infantil sob o referencial da qualidade", disse Santos durante a apresentação da Anei no 15º Forum da União Nacional de Dirigentes Municipais de Educação (Undime), em Mata de São João, na Bahia.

Os critérios avaliados na Anei terão por base os Indicadores de Qualidade na Educação Infantil, de 2009. Nele constam critérios mínimos para um bom atendimento às crianças, que vão da quantidade máxima de alunos por educador à característica ideal de acústica das unidades. Parte dos dados será apurada via Censo Escolar, mas o Inep também deve criar sistema de coleta de outras informações necessárias.

O processo de criação da Anei foi iniciado em 2011, e as definições apresentadas foram pactuadas em um grupo de trabalho que reuniu oito entidades, incluindo a Undime.

PNE

A criação do sistema já está prevista no Plano Nacional de Educação (PNE), sancionado em 2014. O Inep ainda trabalha na construção do formato dos questionários e dos painéis dos resultados para as escolas e municípios. Também coloca como desafio futuro a implementação de um sistema de autoavaliação das unidades.

Na Prefeitura de São Paulo, por exemplo, há um documento próprio de indicadores de qualidade, criado neste ano, em que já consta um sistema de autoavaliação das ações que deve ser respondido por educadores e famílias. Monitoramentos do MEC mostraram que os próprios Indicadores de Qualidade têm sido usados pelas redes municipais do País, mas de maneira pouco articulada e efetiva.

Materiais da Formação em Artes Visuais

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Seguem abaixo os materiais disponibilizados pelo professor Sérgio Cunha.

Vídeo:

Chimamanda Adichie: O perigo da história única


Nossas vidas, nossas culturas são compostas de muitas histórias sobrepostas. A escritora Chimamanda Adichie conta a história de como ela encontrou sua autêntica voz cultural - e adverte-nos que se ouvimos somente uma única história sobre uma outra pessoa ou país, corremos o risco de gerar grandes mal-entendidos.


Artigo 1: Aprendendo a decifrar os códigos culturais

Em entrevista exclusiva, o psicólogo e antropólogo cultural Clotaire Rapaille afirma que em nosso segundo cérebro, ligado às emoções e aos significados, forma-se o sistema de referências, que diferencia os indivíduos e, principalmente, as culturas. Isso influencia o consumo A

http://www.youblisher.com/p/795946-Aprendendo-a-decifrar-codigos-culturais/


Artigo 2: Crianças revelam traumas da violência doméstica nas brincadeiras

Pesquisa realizada pela psicóloga Anna Christina da Motta Pacheco Cardoso de Mello revela que as marcas negativas, registradas na primeira infância, podem refletir na formação de um adulto delinqüente e violento. Segundo o estudo, as brincadeiras de crianças de quatro a sete anos, vítimas de violência física, revelam traumas deixados por essas agressões e pela falta de carinho materno. A pesquisa compõe a tese de doutorado de Anna Christina, defendida recentemente no Instituto de Psicologia da USP.

http://www.cvdee.org.br/evangelize/pdf/1_0404.pdf 

Artigo 3: A brincadeira e suas implicações nos processos de aprendizagem e de desenvolvimento

Este artigo tem como objetivo discutir as contribuições que a brincadeira pode oferecer à aprendizagem e ao desenvolvimento infantil. Para tanto, primeiramente é feita uma discussão sobre a utilização das definições dos termos brinquedo, brincadeira e jogo. A brincadeira é vista na literatura como um recurso que pode estimular o desenvolvimento infantil e proporcionar meios facilitadores para a aprendizagem escolar. O que se pode concluir é que, utilizar a brincadeira como um recurso escolar é aproveitar uma motivação própria das crianças para tornar a aprendizagem mais atraente. Entretanto, o meio escolar encontra dificuldades que impedem a utilização do recurso da brincadeira como um facilitador para a aprendizagem.

http://www.revispsi.uerj.br/v7n1/artigos/html/v7n1a09.htm

Slides da Aula 1:
































Slides da Aula 2:





























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